Apesar de o Pix continuar batendo recordes no número de transações desde o lançamento, com 2,3 milhões de operações realizadas somente no mês de setembro, Pix Saque e Pix Troco registraram apenas 2,2 milhões de transações nos últimos dez meses.
As duas modalidades, que permitem que o consumidor saque ou troque dinheiro em qualquer estabelecimento que ofereça o serviço, foram lançadas em novembro do ano passado.
Os dados são do Banco Central (BC) e apontam que a utilização dos serviços vem crescendo, mas ainda em ritmo lento quando comparado com a modalidade principal do Pix, de transferência instantânea. Em dezembro do ano passado, foram 3.881 operações, a maior parte delas (3.558) na função saque. Já em outubro passado, foram 398.672 transações, com apenas 4.620 na função troco.
Os números do BC também apontam que, de dezembro a outubro, R$ 307 milhões foram movimentados nas duas modalidade, valor bem abaixo do montante operado pelo Pix em setembro: R$ 1.021.316,54
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Como funciona o Pix Saque?
Ao chegar no caixa de uma loja, o cliente faz um Pix para o estabelecimento. A atendente, então, entrega o mesmo valor do Pix em dinheiro vivo ao cliente.
E o Pix Troco?
A transação é bem parecida. Neste caso, o cliente faz uma compra e um saque na mesma transação.
Por exemplo: ao pagar por um produto de R$ 100, ele faz um Pix em um valor maior, de R$ 150, e retira a diferença (R$ 50) em espécie. Isso evitaria uma ida ao banco para sacar R$ 50 em caixas eletrônicos.
Em outro exemplo, se comprar um produto de R$ 20, ele faz um Pix de R$ 30 e recebe uma cédula de R$ 10.
Por Extra