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Velório de Paulo Soares, o Amigão, reúne personalidades do jornalismo esportivo
Cerimônia de despedida é realizada na Funeral Home, em São Paulo, na tarde desta segunda-feira (29)
29/09/2025 22h18 Atualizada há 5 meses
Por: Redação
ESPN faz homenagem a Paulo Soares, o Amigão — Foto: Reprodução | Instagram

Amigos, fãs e familiares se despedem do apresentador e jornalista esportivo Paulo Soares, conhecido como “Amigão”, na tarde desta segunda-feira (29). Ele estava internado há cerca de cinco meses no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e morreu nas primeiras horas do dia, em decorrência de falência múltipla de órgãos. O jornalista deixa a mãe, Anna Maria, a companheira, Marlene, e os irmãos, Marcelo e Roberto.

O velório é realizado na Funeral Home, em São Paulo, entre 13h e 17h. Afastado da ESPN, o profissional tinha 63 anos de idade e estava com problemas de saúde.

Entre os primeiros amigos a chegar à cerimônia de despedida, estavam os comentaristas Ubiratan Leal e Mário Marra, colegas de Paulo Soares na ESPN. Também estiveram presentes nomes ligados ao jornalismo esportivo, como Walter Casagrande, Everaldo Marques, José Trajano, Alex Tseng e William Tavares. "Recebi a notícia com tristeza imensa. Estou arrasado. Cheguei a visitá-lo no Sírio não faz muito tempo. Demos risadas, lembramos de histórias que passamos juntos, ele estava lutando, mas muito debilitado. Foram meses e meses de hospital, de sofrimento", disse Trajano.

"Amigão é inesquecível. Um craque em tratar com carinho as pessoas e um gigante no ar. Muito obrigado por tudo", afirmou Mário Marra.

Em 2023, o jornalista revelou ter passado por seis cirurgias na coluna. Paulo trabalhou por mais de três décadas no canal esportivo ESPN. O jornalista ficou marcado por apresentar o SportsCenter ao lado de Antero Greco, que morreu em maio de 2024, em decorrência de um tumor no cérebro.

"Na frente e atrás das câmeras, ele era Amigão. No trabalho e no dia a dia. Daquele amigo de verdade, que apoia, dá um sorriso na hora certa, solta uma risada contagiante e que sabe falar o que você precisa ouvir. Mas, além de um amigo, era um grande profissional. Sério, crítico, detalhista, que vestia a camisa e dividia cada bola sabendo que a torcida merecia cada gota de energia", afirmou Ubiratan Leal.

 


Por Revista Quem