Política SEGURANÇA HÍDRICA
Transposição para o Vale do Piancó: Tide Eduardo lidera mobilização pela chegada das águas a Coremas
Sem data definida para conclusão, a presidente da Câmara de Patos articula parcerias para acelerar o projeto que promete transformar a realidade de produtores rurais e garantir o abastecimento no Sertão.
23/02/2026 22h40 Atualizada há 2 semanas
Por: Redação

A tão esperada chegada das águas do Rio São Francisco ao açude de Coremas, no Sertão da Paraíba, permanece como uma das pautas mais urgentes e desafiadoras da agenda hídrica estadual. Apesar de ser considerada a solução definitiva para o desabastecimento crônico da região, a obra ainda não possui um cronograma oficial de entrega, o que tem gerado preocupação entre lideranças locais e a população.

Diante deste cenário, a vereadora e presidente da Câmara Municipal de Patos, Tide Eduardo, iniciou uma série de movimentos políticos para dar celeridade ao processo. A parlamentar tem buscado parcerias em diversas esferas governamentais, defendendo que a segurança hídrica não pode mais esperar por trâmites burocráticos.

A Importância Estratégica da Transposição

O reservatório de Coremas é um dos pulmões hídricos do Sertão paraibano. A integração das águas do "Velho Chico" a este sistema representa:

Sustentabilidade Rural: Apoio direto aos pequenos e médios produtores que dependem da irrigação para manter plantios e criações.

Garantia de Abastecimento: Estabilidade no fornecimento de água potável para dezenas de municípios que sofrem com a irregularidade das chuvas.

Desenvolvimento Econômico: Atração de novos investimentos para o agronegócio regional e fortalecimento da economia local.

"Água é vida e dignidade. Estamos unindo forças e batendo em todas as portas necessárias para que esse sonho saia do papel. Nossa luta é para que o sertanejo tenha a segurança de que o futuro será de fartura, e não de escassez", afirmou Tide Eduardo.

Mobilização e Esperança

A atuação de Tide Eduardo foca na união entre a classe política e as comunidades afetadas. Para a vereadora, a transposição vai além da engenharia; trata-se de uma questão de sobrevivência e justiça social para as famílias que vivem no campo e na cidade.

Enquanto o cronograma oficial não é estabelecido, a mobilização da presidente da Casa Juvenal Lúcio de Sousa serve como um importante mecanismo de pressão popular e política, mantendo a pauta viva no governo estadual e federal.

 

Redação