Justiça EDUCAÇÃO FINANCEIRA
Guia do MPPB orienta consumidores sobre prevenção e combate às fraudes bancárias
Cartilha educativa detalha táticas de engenharia social e os principais golpes do mercado, oferecendo dicas práticas para proteção e segurança dos cidadãos.
30/06/2026 21h30
Por: Redação
Foto: TJ/PB

Com o objetivo de fortalecer a educação para o consumo e prevenir prejuízos causados por golpes financeiros, o Ministério Público do Estado da Paraíba (MPPB), por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do Consumidor (Gaocon), lançou a cartilha educativa 'Guia do Consumidor – Proteção ao Consumidor: Enfrentando as Fraudes Bancárias'.

O material reúne informações práticas para ajudar os consumidores a identificar, prevenir e reagir às fraudes bancárias, que vêm se tornando cada vez mais sofisticadas com o uso de tecnologias e estratégias de manipulação psicológica.

A cartilha explica que, atualmente, muitos criminosos utilizam a chamada engenharia social, técnica baseada na manipulação das vítimas para obter informações pessoais, senhas e autorizações para transações financeiras. Em vez da força, os golpistas exploram a confiança, o medo e o senso de urgência para convencer as pessoas a fornecer dados bancários ou realizar transferências.

O guia apresenta, de forma didática, os principais golpes registrados no país, detalhando como eles funcionam e quais medidas devem ser adotadas para evitá-los. Entre as fraudes abordadas estão o golpe das falsas centrais de atendimento (0800), em que criminosos se passam por funcionários de instituições financeiras; os golpes praticados por meio do WhatsApp; o roubo de celulares com acesso a aplicativos bancários; as fraudes envolvendo boletos falsos e leilões fraudulentos; o conhecido golpe do motoboy; e o golpe do Pix agendado, também chamado de "Bug do Pix".

Além de explicar a dinâmica de cada modalidade criminosa, a cartilha apresenta orientações preventivas, como a importância de nunca compartilhar senhas ou códigos de autenticação, desconfiar de contatos telefônicos ou mensagens que solicitem dados pessoais, confirmar informações diretamente pelos canais oficiais das instituições financeiras e manter os aplicativos e sistemas de segurança dos dispositivos sempre atualizados.

Por Lenilson Guedes

Assessoria/TJ/PB