Os líderes na disputa ao Planalto, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), entram na reta final do 1º turno com o desafio de ampliar a margem de votos em um cenário no qual 15% dos eleitores consideram a possibilidade de mudar o voto até 4 de outubro.
A parcela foi apontada em pesquisa BTG/Nexus, divulgada na segunda-feira (21), que questionou os entrevistados sobre a certeza em relação à decisão de voto. Outros 84% afirmaram que a decisão está tomada e que não há chance de mudança, enquanto 1% não soube ou preferiu não responder.
Dentro da fatia do eleitorado que diz poder mudar de voto, 19% disseram cogitar votar em Flávio Bolsonaro; 15% citaram Lula; e 15% mencionaram Augusto Cury (Avante).
Cury também é o candidato que conta com a maior parcela de eleitores entre os que consideram mudar o voto: 52% das pessoas que disseram votar no escritor admitiram a possibilidade de mudar de opinião no 1º turno.
Cenários de possíveis mudanças também aparecem entre eleitores de Romeu Zema (Novo): 48% não descartam essa possibilidade. Ronaldo Caiado (PSD) e Samara Martins (UP) têm 45%, enquanto Renan Santos (Missão) registra 31%.
Lula e Flávio Bolsonaro têm os menores percentuais de intenção de mudança, com 10% e 8%, respectivamente. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-00485/2026. A análise da empresa também destaca que a corrida eleitoral está absolutamente indefinida.