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Número de denúncias de assédio eleitoral cometido por empresas contra funcionários sobe para 447, diz MPT

Na semana passada, total de casos computados pelo Ministério Público do Trabalho era de 173. Região Sul do país continua sendo a que mais registrou denúncias; Paraná lidera ranking entre os estados.

Redação
Por: Redação
18/10/2022 às 20h08
Número de denúncias de assédio eleitoral cometido por empresas contra funcionários sobe para 447, diz MPT

O Ministério Público do Trabalho (MPT) informou que, até a tarde desta terça-feira (18), já havia registrado 447 denúncias de assédio eleitoral nas eleições de 2022. Na semana passada, o número computado pelo MPT era de 173 – aumento de quase 160%.

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O assédio eleitoral é crime e ocorre quando um empregador age para coagir, ameaçar ou promete benefícios para que alguém vote em determinado candidato.

 

A região Sul do país é a que mais contabiliza casos até o momento: 171. Os três estados da região também ocupam a primeira, segunda e terceira posição no ranking, sendo o Paraná o campeão de denúncias, com 64 ocorrências. Santa Catarina aparece em seguida com 54 denúncias; e Rio Grande do Sul com 53.

 

Assédio Eleitoral em 2022

 

Região Denúncias

Sul 171

Sudeste 136

Nordeste 82

Centro-Oeste 37

Norte 21

TOTAL 447

Fonte: MPT

 

O Procurador-Geral do Trabalho, José de Lima Ramos Pereira, afirmou que diferentemente das últimas eleições, os mais de 400 casos do 2º turno estão relacionados a quase 400 empresas.

 

Segundo ele, em pleitos passados, as denúncias estavam concentradas em poucas empresas.

 

Ramos Pereira falou com a imprensa após uma reunião com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, em que foram discutidas maneiras de intensificar o combate ao assédio eleitoral.

 

"A tendência de alta é evidenciada e contra fatos não tem argumentos. Então realmente houve um aumento, houve uma disseminação, a forma da banalização do que é ilícito ficou muito evidenciada e é isso que a gente tem que combater", disse o procurador.

 

"Então, a reunião de hoje foi para aproximar as instituições, fazer com que a gente consiga articular atos e atitudes e para combater essa essa disseminação atual de ilícito, de assédio eleitoral", completou.

 

 

 

Por g1 e TV Globo

 

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