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Michelle chega ao Senado e diz que Bolsonaro não teme ir para a cadeia: 'Não é ele que tem que ter medo'

Ex-primeira dama tem atuado pela eleição de Rogério Marinho (PL-RN) para a Presidência da Casa

Redação
Por: Redação
01/02/2023 às 21h28
Michelle chega ao Senado e diz que Bolsonaro não teme ir para a cadeia: 'Não é ele que tem que ter medo'
Michelle Bolsonaro, durante posse no Senado Sergio Lima / AFP

Ex-primeira dama, Michelle Bolsonaro chegou ao Senado Federal na tarde desta quarta-feira para acompanhar a posse dos parlamentares eleitos no ano passado. Michelle tem atuado pela eleição de Rogério Marinho (PL-RN) para a Presidência da Casa, contra a candidatura de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), apoiado pelo presidente Lula (PT). Ela também foi a principal cabo eleitoral da ex-ministra Damares Alves (Republicanos-DF), que toma posse nesta quarta-feira.

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Questionada se seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), teme ser preso, Michelle foi enfática ao dizer que não. Bolsonaro viajou para os Estados Unidos pouco antes da posse de Lula, e permanece no país desde então.

 

— Não é ele que tem que ter medo de ser preso — disse Michelle.

 

Ligação para Bolsonaro

Na última semana, a ex-primeira dama retornou ao Brasil sozinha. Cinco dias depois, na noite desta segunda-feira, apareceu de surpresa no jantar organizado pelo PL para apoiar a candidatura de Marinho à Presidência do Senado. Na ocasião, Michelle ligou para Bolsonaro em chamada de vídeo para que ele falasse com Valdemar Costa Neto, presidente da legenda, e com o postulante ao comando do Senado. Ela ficou mais de duas horas no local.

 

Ao chegar ao jantar, acompanhada do ex-ministro Walter Braga Netto, Michelle não respondeu sobre quando o ex-presidente voltará ao Brasil.

 

— Ele (Bolsonaro) está descansando — respondeu Michelle, ao ser questionada sobre o retorno do marido.

 

Ainda no jantar, Michelle fez a chamada de vídeo para o marido, e Valdemar Costa Neto, presidente do PL, colocou um microfone em seu celular para que as declarações fossem amplificadas no salão do restaurante. Ao discursar por videoconferência, Bolsonaro defendeu a candidatura do aliado.

 

As movimentações de Michelle também marcam o início de seus trabalhos no PL. Na legenda, ela presidirá o PL Mulher, ala da sigla destinada às pautas femininas, e receberá R$ 39 mil mensais. Para isso, foi alugado um escritório acima da sede do partido, em Brasília – onde Bolsonaro também deverá atuar quando retornar de Orlando.

 

Valdemar Costa Neto aposta na ex-primeira-dama como uma nova liderança do partido. Em entrevista ao GLOBO na semana passada, o dirigente disse que Michelle "tem condições" e "pode ser candidata até a presidente da República".

 

 

Por O Globo

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