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PGR deve se posicionar contra ação que questiona suspensão do X

Nunes Marques determinou manifestação do procurador-geral da República e da AGU

Redação
Por: Redação
05/09/2024 às 18h46
PGR deve se posicionar contra ação que questiona suspensão do X
Sabatina no Senado Federal de Flávio Dino para o STF e Paulo Gonet para PGR — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

A Procuradoria-Geral da República (PGR) deve se posicionar contra a validade das ações no Supremo Tribunal Federal (STF) que questionam a decisão que suspendeu a rede social X no Brasil. O órgão foi provocado nesta quinta-feira pelo ministro Nunes Marques, relator dos pedidos sobre o tema apresentados pelo partido Novo e pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

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Interlocutores da PGR ouvidos pelo GLOBO acreditam em um parecer técnico, discutindo a validade deste tipo de ação – ADPF – contra decisões tomadas por ministros ou pela Turma. A avaliação entre ministros do STF também é a de que essas ações são equivocadas juridicamente e, por isso, devem ser rejeitadas. A expectativa é de que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, encaminhe manifestação ao STF ainda no início da próxima semana.

Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes determinou o bloqueio do X no Brasil. Moraes enviou sua decisão para referendo, mas escolheu a Primeira Turma, e não o plenário. No colegiado menor, formado por cinco ministros, a determinação foi confirmada por unanimidade.

A ação do Novo, apresentada na segunda-feira, questiona o bloqueio em si do X. Já a da OAB, protocolada na terça-feira, contesta a multa de R$ 50 mil que foi estabelecida para quem recorrer a "subterfúgios tecnológicos" para continuar acessando a rede social, como utilizar uma rede privada (VPN, na sigla em inglês).

Nunes Marques deu cinco dias para que PGR e a Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestem nessas ações . No mesmo despacho, Nunes Marques afirmou que os processos devem ser analisados pelo plenário da Corte. De acordo com o ministro, o tema é "sensível" e causa "especial repercussão para a ordem pública e social".

"A controvérsia constitucional veiculada nesta arguição é sensível e dotada de especial repercussão para a ordem pública e social, de modo que reputo pertinente submetê-la à apreciação e ao pronunciamento do Plenário do Supremo Tribunal Federal", escreveu o ministro.

Em nota após a divulgação do despacho, a assessoria do STF afirmou que a decisão final será do plenário, mas que não há prazo para essa avaliação e que Nunes Marques pode tomar uma decisão monocrática antes disso.

"A interpretação de que levará diretamente ao plenário e que há prazo para isso está equivocada. A decisão deve ser lida de modo global, e o que o ministro disse é que ao final a decisão definitiva deve ser do colegiado. Isso não impede, porém, que haja eventual decisão monocrática antes e que o ministro tenha indicado algum tipo de prazo para isso", informou a assessoria.

Por O Globo

 

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