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Após romper com líder do PT, Motta rompe com líder do PL também

Presidente da Câmara se vê “cansado” da tentativa dos dois líderes de tumultuarem e polarizarem discussões na Casa

Redação
Por: Redação
25/11/2025 às 16h21 Atualizada em 25/11/2025 às 21h48
Após romper com líder do PT, Motta rompe com líder do PL também
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Um dia após romper com o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), rompeu com o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), também. Motta teria pedido para que o bolsonarista não conte mais com ele. A informação foi confirmada pelo Metrópoles nesta terça-feira (25/11).

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Segundo um interlocutor de Motta, o presidente da Câmara se viu “cansado” da tentativa dos dois líderes de polarizarem os assuntos da Casa e causarem tumultos vistos como desnecessários em prol de pleitos de seus partidos. Além disso, recentemente, os dois deram entrevistas criticando ou fazendo afirmações falsas em nome de Motta, o que teria incomodado o político paraibano.

Após a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a oposição intensificou a pressão sobre o dirigente da Câmara para que a anistia fosse pautada. Entretanto, após ouvir os líderes, Motta entendeu que não é o momento adequado para votar o texto.

Nessa segunda-feira (24/11), Motta confirmou ao Metrópoles que rompeu com o líder do PT. Um dos principais motivos foram as declarações de Farias criticando o presidente da Casa publicamente. Segundo o petista, Motta teria transformado o PL Antifação em uma “lambança” ao escolher o bolsonarista Guilherme Derrite (PL-SP) para relatar o projeto.

Ainda de acordo com fontes, o político republicano não pretende “correr atrás” nem de Farias, tampouco de Cavalcante, por entender que o governo é quem precisa dele, assim como os bolsonaristas, e não o contrário.

Oposição ameaça


O líder do PL afirmou que, caso o texto não seja votado em breve, a sigla deve adotar novas medidas similares à obstrução da mesa em agosto. A base do ex-presidente Bolsonaro sequestrou as mesas das duas Casas legislativas, impedindo a votação de projetos no Congresso Nacional.

“Nossa paciência já esgotou uma vez e pode esgotar novamente. Nós não suportamos mais. Nós somos cobrados pelas famílias […] Não vai pra pauta? Vamos fazer uma reunião para tomar outras medidas. Aí, isso são questões estratégicas que só iremos divulgar em um momento oportuno”, afirmou Cavalcante ao Metrópoles.


Por Metrópoles

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