21°C 34°C
Patos, PB
Publicidade

Bruno Henrique, do Flamengo, e outras oito pessoas viram réus por estelionato

TJDFT acolhe recurso e transforma atacante rubro-negro, seu irmão, cunhada e outros seis em réus; entenda a situação

Redação
Por: Redação
04/12/2025 às 21h06
Bruno Henrique, do Flamengo, e outras oito pessoas viram réus por estelionato
Caso de possível manipulação de aposta segue rendendo no Flamengo - Foto: Adriano Fontes / Flamengo

A Terceira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) acolheu nesta quinta-feira (4/12) o recurso do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e transformou o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, em réu por estelionato. A decisão ocorreu por unanimidade, ampliando o alcance do processo, que já incluía o crime de fraude esportiva. Contudo, o colegiado entendeu que há elementos suficientes para configurar também a suposta manobra contra plataformas de apostas.

Continua após a publicidade
—>

Assim, segundo publicação do “ge”, além do jogador, figuram como réus o irmão Wander Nunes Pinto Júnior, a cunhada Ludymilla Araújo Lima e outras seis pessoas. Eles podem responder a penas que variam de um a cinco anos de prisão, caso sejam condenados. No entanto, a acusação por estelionato havia sido rejeitada em primeira instância pelo juiz Fernando Brandini Barbagalo, que avaliou não existir comprovação adequada para tal imputação.

O MPDFT, porém, recorreu e destacou a postura das casas de apostas diante das denúncias. O relator, desembargador Demétrius Gomes, afirmou que a comunicação formal realizada pela International Betting Integrity Agency (IBIA) representa legítima manifestação de interesse das empresas prejudicadas. Assim, segundo ele, não há omissão das vítimas que enfraqueça o processo. Afinal, a colaboração com as autoridades afastaria qualquer dúvida sobre a efetiva representação.

Atacante do Flamengo não representa risco de fuga

A defesa sustentou que, para caracterizar o estelionato, as próprias plataformas deveriam apresentar denúncia direta, algo que não aconteceu. Entretanto, o tribunal entendeu ser suficiente a atuação da entidade internacional responsável por monitorar irregularidades no setor.

No mesmo julgamento, porém, os desembargadores negaram o pedido de fiança de R$ 2 milhões formulado pelo MPDFT. Eles avaliaram que não existe risco de fuga e, portanto, não se justificariam medidas cautelares adicionais. No âmbito esportivo, contudo, o caso já havia sido encerrado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Bruno Henrique recebeu multa de R$ 100 mil e permaneceu liberado para atuar. A apuração, afinal, envolve a suspeita de recebimento proposital de cartão em jogo contra o Santos, pelo Brasileirão de 2023, atitude que teria favorecido apostadores previamente informados.


Por Jogada10

Patos, PB
22°
Tempo limpo
Mín. 21° Máx. 34°
22° Sensação
2.85 km/h Vento
73% Umidade
6% (0mm) Chance chuva
05h34 Nascer do sol
17h46 Pôr do sol
Domingo
34° 23°
Segunda
34° 23°
Terça
34° 23°
Quarta
32° 24°
Quinta
35° 22°
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,27 +0,40%
Euro
R$ 6,12 +0,42%
Peso Argentino
R$ 0,00 +2,94%
Bitcoin
R$ 379,913,34 +0,09%
Ibovespa
179,364,81 pts -0.61%
Publicidade
Publicidade
Publicidade