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Dosimetria avança no Senado com benefício a Bolsonaro e restrito ao 8/1

Texto foi aprovado pela CCJ com manobra para não voltar à Câmara e agora segue ao plenário; votação deve ser concluída ainda hoje

Redação
Por: Redação
17/12/2025 às 20h27 Atualizada em 17/12/2025 às 21h07
Dosimetria avança no Senado com benefício a Bolsonaro e restrito ao 8/1
A proposta de Dosimetria foi aprovada pela CCJ do Senado e deve ir ao plenário ainda hoje Saulo Cruz/Agência Senado - 17.12.2025

O projeto de Dosimetria, voltado para reduzir penas aos envolvidos no 8 de Janeiro, foi aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), em um placar de 17 votos a 7, e avançou no Senado nesta quarta-feira (17).

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Senadores de oposição conseguiram emplacar uma manobra para que o projeto não precise passar por uma nova votação na Câmara. A previsão é de que a análise do texto seja concluída ainda hoje.

A votação na CCJ foi marcada por debates e críticas ao texto enviado por deputados. Senadores criticaram a versão por permitir a redução de penas a outros crimes, como casos de corrupção e violência sexual.O escopo foi alterado pelo relator no Senado, Esperidião Amin (PP-SC), que aceitou um ajuste à proposta, com restrição a outros crimes que não sejam relacionados ao 8 de Janeiro.

No relatório, Amin marcou posição a favor da anistia, defendida por aliados de Bolsonaro, mas não acrescentou o perdão irrestrito ao texto.

Como estratégia, o senador acatou uma sugestão apresentada por Sergio Moro (União-PR), para que o texto corrigisse a falha de benefício amplo sem precisar de uma nova votação na Câmara.

“O céu para nós é anistia. Este projeto, livre desses contrabandos, graças à emenda saneadora e de redação do senador Sergio Moro, é o primeiro degrau da escada. Mas um primeiro degrau que não é que satisfaça, traz um alento de que é possível aperfeiçoar o que aconteceu sem preservar e acirrar os ânimos”, declarou Amin durante a votação.

Governo e o embate por acordo

Durante a votação, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) acusou o governo de não ter feito oposição ao projeto por um suposto acordo para o projeto de benefícios fiscais, que está na pauta do Senado.

O projeto citado por Renan prevê cortes em benefícios fiscais e aumento de impostos para bets e fintechs, com ganho estimado de R$ 20 bilhões.

Governistas negam qualquer apoio ao texto da dosimetria, mas o líder do governo na Casa, Jaques Wagner (PT-BA), admitiu ter feito um “acordo de procedimento”, sem que tentassem atrasar ou adiar a votação.

 

Por R7

 

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