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Hugo Motta instala grupo de trabalho para projeto de combate à misoginia e prioriza enfrentamento à violência contra a mulher

Hugo Motta e Tabata Amaral anunciam audiências públicas para estruturar lei de combate à misoginia e ao feminicídio no país.

Redação
Por: Redação
28/04/2026 às 19h17 Atualizada em 28/04/2026 às 19h26
Hugo Motta instala grupo de trabalho para projeto de combate à misoginia e prioriza enfrentamento à violência contra a mulher
Foto: Internet

Brasília (DF) — O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, recebeu nesta semana a deputada Tabata Amaral para alinhar os próximos passos do grupo de trabalho que irá discutir o projeto de lei voltado ao combate à misoginia no Brasil. A iniciativa começará a funcionar já na próxima semana e terá como objetivo construir um texto com ampla base de diálogo e consenso no Parlamento.

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A proposta é tratar o tema de forma estruturada, reunindo parlamentares, especialistas e representantes da sociedade civil, em um esforço conjunto para enfrentar a violência contra a mulher em suas diversas formas.

“O grupo de trabalho terá início já na próxima semana e o nosso objetivo é construir o melhor texto possível, combatendo a violência contra a mulher em qualquer nível. Esse é um tema prioritário para nós”, afirmou Hugo Motta.

A deputada Tabata Amaral, que coordenará os trabalhos, destacou a urgência da pauta e o compromisso de avançar com a proposta ainda neste semestre legislativo. Segundo ela, o grupo realizará uma série de audiências públicas para ampliar o debate e garantir a participação de diferentes setores da sociedade.

“Estamos falando de uma realidade urgente no Brasil, onde quase quatro mulheres são assassinadas todos os dias por serem mulheres. Essa violência começa muitas vezes na agressão verbal, no preconceito e na discriminação. Vamos ouvir parlamentares de todos os partidos, movimentos sociais e juristas para construir um texto que represente um consenso e mostre que o combate à violência não é uma pauta de esquerda ou de direita, mas de todo o país”, ressaltou.

O cronograma prevê a realização de quatro audiências públicas nas próximas semanas, com a meta de consolidar um texto que possa ser levado à votação antes do recesso parlamentar de meio de ano.

Hugo Motta reforçou que a condução do tema será pautada pelo diálogo e pela responsabilidade institucional. “A Câmara está comprometida em garantir um ambiente de debate qualificado e responsável, para que possamos avançar em uma legislação que proteja as mulheres e responda a uma demanda urgente da sociedade brasileira”, concluiu.

 

Por Assessoria

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