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Varejo paraibano cresce 7,5% em novembro, revela IBGE

No acumulado de janeiro a novembro, a Paraíba manteve o segundo maior crescimento entre as 26 unidades da federação e o Distrito Federal (12,3%), enquanto a taxa do País ficou em 5%

Redação
Por: Redação
09/01/2025 às 20h17
Varejo paraibano cresce 7,5% em novembro, revela IBGE
Foto: Divulgação

O volume de vendas do varejo paraibano cresceu pelo décimo mês consecutivo em 2024, segundo revelou a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (9). Em novembro, as vendas do setor da Paraíba expandiram 7,5% sobre o mesmo mês do ano passado, enquanto a taxa média do País foi de 4,7%. 

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No acumulado de janeiro a novembro, a Paraíba manteve o segundo maior crescimento entre as 26 unidades da federação e o Distrito Federal (12,3%), enquanto a taxa do País ficou em 5%. No ano de 2024, apenas Amapá (18,4%), Paraíba (12,3%) e Tocantins (10,2%) cresceram acima de dois dígitos. Falta apenas os resultados do mês de dezembro para fechar o indicador no ano de 2024.     

No desempenho dos 11 meses do varejo, a Paraíba alcançou três vezes o primeiro lugar do País (fevereiro, junho e outubro); quatro vezes o segundo lugar (maio, julho, agosto e setembro) e uma vez o terceiro lugar (março), com taxas de crescimento oscilando entre 7,5% e 19,9%.

COMÉRCIO AMPLIADO – No indicador do comércio varejista ampliado –, que inclui atividades de veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo –, a Paraíba apresentou expansão de 7,8% em novembro sobre o mesmo mês do ano passado. Uma taxa três vezes superior à média nacional (2,1%). No acumulado de janeiro a novembro, a Paraíba manteve alta de dois dígitos no varejo ampliado (11,4%) e a média nacional foi de apenas 4,9%. 

Dos segmentos que mais cresceram em novembro de 2024 frente ao mesmo mês do ano anterior, cinco das oito atividades pesquisadas apresentaram resultados positivos: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria; Tecidos, vestuário e calçados; Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; Outros artigos de uso pessoal e doméstico; e Combustíveis e lubrificantes. Apresentaram queda equipamentos e material para escritório; informática e comunicação; e Livros, jornais, revistas e papelaria.   

MAIS SOBRE A PESQUISA – A Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no país, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista. Iniciada em 1995, a PMC traz resultados mensais da variação do volume e receita nominal de vendas para o comércio varejista e comércio varejista ampliado (automóveis e materiais de construção) para o Brasil e Unidades da Federação. Os resultados podem ser consultados no Sidra.

 

Com informações da Secom-PB

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