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Pe. Sebastião Gonçalves, da Ação Diocesana de Patos, vai à câmara municipal defender a 31ª edição do Grito dos Excluídos

A programação em Patos terá início no sábado, dia 6, às 7h da manhã, na Praça Cícero Sulpino

Redação
Por: Redação
03/09/2025 às 21h41 Atualizada em 03/09/2025 às 21h46
Pe. Sebastião Gonçalves, da Ação Diocesana de Patos, vai à câmara municipal defender a 31ª edição do Grito dos Excluídos
Fotos: Divulgação

O padre Sebastião Gonçalves, representante da Ação Diocesana de Patos, utilizou a Tribuna Livre da Câmara Municipal durante a Sessão Ordinária desta terça-feira, dia 02, para anunciar e defender a realização da 31ª edição do Grito dos Excluídos. O movimento, que tradicionalmente acontece em todo o país no dia 7 de setembro, em meio às celebrações da Independência do Brasil, terá sua programação em Patos antecipada para o sábado, dia 6, na Praça Cícero Sulpino, localizada ao lado do Guedes Supermercado.

Em sua fala, o religioso destacou que estava ali representando a Diocese de Patos e a Ação Social Diocesana, mas sobretudo, dando voz aos excluídos e excluídas da sociedade. “Falamos em nome daqueles que não têm vez e nem voz, principalmente em nossa cidade. O Grito dos Excluídos é uma forma de resistência e de tornar público o clamor dos que são invisibilizados pela estrutura social”, afirmou o padre, reforçando o caráter social e democrático da manifestação.

Padre Sebastião também chamou a atenção para o tema da edição deste ano: “Vida em primeiro lugar”, acompanhado do lema “Cuidar da casa comum e da democracia é luta de todo o dia”. Para ele, essas palavras refletem o compromisso da sociedade com a preservação da dignidade humana, a justiça social e a defesa da democracia. “Somos todos convidados para este acontecimento em defesa da democracia e por justiça”, conclamou o sacerdote, lembrando ainda o apoio e incentivo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

A programação em Patos terá início no sábado, dia 6, às 7h da manhã, na Praça Cícero Sulpino. O padre reforçou o convite aos movimentos sociais, pastorais e organizações ligadas à Igreja, para que participem ativamente desse ato público que busca promover cidadania e esperança. O evento reunirá fiéis, lideranças comunitárias e representantes de entidades que atuam em defesa dos direitos humanos e da vida.

Encerrando sua fala, o representante da Ação Diocesana ressaltou que, além da manifestação de sábado, a programação seguirá no domingo, 7 de setembro, com a realização de um café solidário para pessoas em situação de rua. “Esse gesto concreto simboliza o cuidado e a atenção aos mais necessitados, reafirmando que o Grito dos Excluídos não é apenas uma data simbólica, mas uma prática de solidariedade e compromisso com a vida”, destacou o padre Sebastião.

Por Comunicação Câmara

 

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