
PATOS (PB) — De olho na sucessão da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Patos para o segundo biênio, o vereador Maikon Minervino intensificou a agenda de conversas nos bastidores do Poder Legislativo. A poucas semanas da votação na Casa Juvenal Lúcio de Sousa, o parlamentar afirma contar com uma base sólida e respaldada por importantes lideranças do seu grupo político.
A bancada do Republicanos reforça o peso da articulação, selando a convergência partidária dentro do próprio grupo governista, no qual também milita a atual presidente da Casa, vereadora Tide Eduardo. Entre as lideranças do grupo citadas pelo parlamentar estão o ex-prefeito Nabor Wanderley, o prefeito Professor Jacob, o deputado federal Hugo Motta, além das deputadas Francisca Motta e Olívia Motta. Segundo Minervino, a construção do projeto vem sendo fundamentada no diálogo direto com os 17 vereadores que integram o parlamento mirim.
"Fico honrado em ter meu nome lembrado pelos colegas. Desde o ano passado vimos conversando, ouvindo cada vereador e entendendo as demandas da Casa. Chegamos a esta reta final preparados, com pé no chão e com o sentimento de que podemos contribuir muito com o legislativo de Patos", ponderou.
Continuidades e compromisso fiscal
Sobre os planos para a gestão da Casa, Maikon defende a continuidade de medidas que assegurem o equilíbrio financeiro e o respeito ao funcionalismo público, citando o padrão adotado pela atual presidente, vereadora Tide Eduardo. Entre as prioridades listadas estão a manutenção dos salários em dia, a quitação rigorosa de contratos com fornecedores e a valorização dos prestadores de serviço.
Outro ponto destacado pelo vereador é a manutenção da autonomia da Câmara em harmonia com o Poder Executivo. Para ele, o alinhamento institucional entre Prefeitura e Câmara é o pilar que garante a governabilidade e o ritmo de obras e serviços na cidade.
"A prioridade é manter o que já vem dando certo: pagar servidores e fornecedores rigorosamente em dia e preservar a harmonia entre os Poderes. Independência não significa oposição cega; a Câmara precisa caminhar lado a lado com a Prefeitura para que Patos continue avançando no ritmo dos últimos anos", concluiu o vereador.