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Hospital de Patos dispõe de Comissão de Pele para acompanhar pacientes com lesões complexas na pele ou com risco de adquiri-las

Além de indicar a terapêutica, os profissionais da Comissão de Pele também realizam os curativos destes pacientes durante todo o período de internamento.

Redação
Por: Redação
03/10/2024 às 21h42 Atualizada em 03/10/2024 às 22h12
 Hospital de Patos dispõe de Comissão de Pele para acompanhar pacientes com lesões complexas na pele ou com risco de adquiri-las

Promover ações que buscam a qualidade e a humanização da assistência ao paciente com risco de comprometimento de lesão complexa na pele ou portadores de lesão. Essa é a missão da Comissão de Pele do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro (CHRDJC), em Patos, que é formada por Enfermeiros e Técnicos de Enfermagem que fazem, diariamente, a busca ativa dos pacientes que necessitam de cuidados especiais, atuando desde a prevenção até o tratamento. Nessa terça-feira (1º), os profissionais que integram a comissão participaram de uma capacitação sobre aplicação de pele substituta, através de uma película sintética, transparente e flexível, com propriedade semelhante às da pele humana.

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A Coordenadora da Comissão, a enfermeira Milêna Wanderley, explica a dinâmica da atuação dos profissionais da equipe em pacientes que necessitam de um olhar especial. “Todos os dias, a nossa equipe faz a busca ativa nos setores de internamento com um olhar voltado para os pacientes que têm risco de adquirir uma lesão cutânea, como também responde os pareceres quando o médico vê a necessidade de atuação da comissão quando o paciente é admitido com uma lesão. Eles solicitam um parecer da comissão e a gente responde indicando a terapêutica de curativo em conjunto com o médico para o paciente”, destaca Milêna.

Além de indicar a terapêutica, os profissionais da Comissão de Pele também realizam os curativos destes pacientes durante todo o período de internamento. No ato da alta hospitalar, e dado orientação e direcionado o paciente e acompanhante para o melhor em casa ou unidade de saúde da família para que o tratamento tenha continuidade, caso o quadro exija necessidade de cuidados.

Segundo Milêna, as lesões de alta complexidade são feridas que apresentam um alto grau de resistência a tratamentos convencionais e podem se tornar crônicas. Elas podem levar a quadros mais graves, como infecção e necrose. “São lesões com alto comprometimento tecidual, dificuldade de regeneração celular, incluindo as lesões oriundas de outras doenças, a exemplo dos diabéticos e pacientes vascular”, explica a enfermeira, ressaltando a importância da capacitação para os profissionais. “A equipe pôde ver, inclusive na prática, como utilizar essa película e ser capacitada para atuar com uma assistência ainda mais assertiva e eficaz no tratamento de lesões beneficiando nossos pacientes”, acrescentou.

O treinamento desta terça-feira, ministrado pela enfermeira Júlia Buonafina, que tem especialidade em Clínica Médica e Cirúrgica e é pós-graduada em Dermatologia Estética e especialista em pressão negativa, foi sobre uma pele substituta temporária denominada ‘Película Omiderm’. Essa película é indicada em diversos casos de lesão cutânea, a exemplo de queimaduras de primeiro e segundo grau, lesões por pressão, úlcera vascular e síndrome de Stevens-Johnson (SSJ).

 

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Com informações da Secom-PB

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